Idiopathic thrombocytopenic purpura in children: a narrative review

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v11i2.25734

Keywords:

Purple; Thrombocytopenic purpura; Blood and immune systems; Nursing care.

Abstract

Idiopathic Thrombocytopenic Purpura is characterized by a decrease in the number of circulating platelets, considered autoimmune and benign, and can be classified according to the diagnosis, age and duration of the disease. The objective was to review the scientific literature on the occurrence of idiopathic thrombocotopenic purpura in children and possible nursing interventions. This is a qualitative exploratory narrative review study carried out in different electronic databases. It was analyzed that research on the disease exists controversial issues about the diagnosis, treatment and adequate follow-up for patients with the pathology. In this way, it is necessary that more studies are carried out in greater depth on the subject, thinking about the treatment and increasing the life expectancy of patients with this disease.

Author Biographies

Márilsi das Dores Queiroz, Universidade do Estado de Mato Grosso

Possui graduação em enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso, Brasil

Ariele Assunção Ramos de Souza, Universidade do Estado de Mato Grosso

Graduada em enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso, Brasil, mestre em ambiente e saúde pela Universidade de Cuiabá

Aline Cristina Araújo Alcântara Rocha , Universidade do Estado de Mato Grosso

Graduada em enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso, mestre em ciências ambientais, docente do Curso de enfermagem.

Maria das Dores dos Santos, Universidade do Estado de Mato Grosso

Graduada em enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso

Danyella Rodrigues de Almeida, Universidade do Estado de Mato Grosso

Graduada em enfermagem pela Universidade do Estado de Mato Grosso, mestre em ciências ambientais, docente do curso de enfermagem

References

Aguiar, J.B.Jean., Mantovanelli, L.S., & Freitas V.L.S.( 2021). A importância do farmacêutico bioquímico no diagnóstico da púrpura trombocitopênica idiopática (PTI). Research, Society and Development, (10) 9, 1-7. doi: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i9.18308

Alfaro-Lefevre, R. (2005). Aplicação do processo de enfermagem: promoção do cuidado colaborativo. Porto Alegre: Artmed.

Al-Mulla, N., Bener, A., Amer, A., & Laban, M.A. (2009). Púrpura trombocitopênica idiopática na infância: estudo de base populacional no Catar. Jornal de Pediatria, (85) 3, 269-272. Fap UNIFESP (SciELO). doi.org/10.1590/s0021-75572009000300014.

Alves, A. K. R., Silva, B. B. L., Silva, T. L., Matos, L. K.B. L., & Mello, G. W.S. (2021). Púrpura trombocitopênica idiopática: uma doença subdiagnosticada. Revista SUSTINERE, (9)1, 50-64. doi: http://dx.doi org/10.12957/sustinere.2021.51295.

Andrade, J. S., & Vieira, M. J. (2005) Prática assistencial de enfermagem: problemas, perspectivas e necessidade de sistematização. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, (58) 3, 261-265. doi.org/10.1590/s0034-71672005000300002.

Barros, F. E. V. (2013). Sistema apoptótico plaquetário em diferentes graus de plaquetopenia da Trombocitopenia Imune, São Paulo, 2013.

Bernardo, W.M., Nobre, M.R.C., & Jatene, F. B. (2004). A prática clínica baseada em evidências: parte II - buscando as evidências em fontes de informação. Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, 50(1), 104-108, doi.org/10. 1590/s0104-42302004000100045.

Boquimpani, C., Máximo, C., Duarte, M. E., Silveira, S., & Madeira, T. (2014). Protocolos de tratamento: hematologia e hemoterapia. Rio de Janeiro: Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti, 273.

Bordin, J. O., Junior, D.M.L., & Covas, D.T. (2007). Tratado de Hemoterapia Fundamentos e Prática. São Paulo: Atheneu.

Botelho, L. L. R., Cunha, C.C. A., & Macedo, M. (2011). O método da revisão integrativa nos estudos organizacionais. Gestão e sociedade, (5) 11, 121-136. doi: https://doi.org/10.21171/ges.v5i11.1220

Brasil. Ministério da saúde. (2013). Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da púrpura trombocitopênica idiopática. Portaria SAS/MS n° 1.316. Recuperado de file:///C:/Users/bruni/OneDrive/Documentos/TCC/8%20%20Protocolo%20clínico%20e%20diretrizes%20terapêuticas%20da%20PTI.pdf.

Castro, H. C., Ferreira, B.L.A., Nagashima, T., Shueler, A., Rueff, C., Camisasca, D., Moreira, G., Scovino, G., Borges, L., Leal, M., Filgueira, M., Paschoal, P., Bernardo, V., Bourguinhon, S., & Rodrigues, D.O.S. (2006). Plaquetas: ainda um alvo terapêutico. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, 42(5), 321-332. doi: 10.1590/S1676-24442006000500004.

Delgado, R. B., Viana, M. B., & Fernandes, R. A. F. (2009). Púrpura trombocitopênica imune da criança: experiência de 12 anos em uma única instituição brasileira. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, (31) 1, 29-36.

Garanito, M.P. (Org.). (2009). Púrpura trombocitopênica imunológica. Sociedade de Pediatria de São Paulo, (50) 50, 1-14. Recuperado de http://www.spsp.org.br/site/asp/recomendacoes/Rec_62_Dermato.pdf.

Guerra, J. C. C., Kanayama, R.H., Nozawa, S.T., Loshida, M.R., Takiri, I.Y.,Lazaro, R.J., Hamerschlak, n., Rosenfeld, L.G.M., Guerra, C.C.C., & Bacal, N.S.( 2011). Plaquetopenias: diagnóstico usando citometria de fluxo e anticorpos antiplaquetas. Einstei, (9)2, 130-140. doi.org/10.1590/S1679-45082011AO1846.

Guyton, A.C. Tratado de Fisiologia Médica. (2011). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Hoffbrand, A.V., & Moss, P.A.H. Fundamentos em hematologia. Porto Alegre: Artmed, 2013.

Kuhne, T., Berchtold W., Michaels, L.A., Wu, R., Donato,H., Espina B., Tamary, H., Rodeghiero, F., Chitlur, M., Rischewski, J., & Imbach, P.( 2011). Trombocitopenia imune recentemente diagnosticada em crianças e adultos: um registro observacional. Hematológica, 96(12),1831-7. doi: 10.3324/hematol.2011.050799.

Lorenzi, T. F. (2015). Manual de hematologia: Propedêutica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara.

Nascimento, C. A. D., Charmênia, M.B.C., Lopes, K.A.M., Bushatsky, M., Batista A.F. (2016). Leucemia Mieloide Aguda (LMA): as condições psicológicas do paciente adulto. Psicologia em Revista, Belo Horizonte, 22(2), 336-355. doi: 10.5752/P.1678-9523.2016V22N2P336.

Nóbrega, R. V., Nóbrega, M. M. L., & Silva, K. L. (2011). Diagnósticos, resultados e intervenções de enfermagem para crianças na Clínica Pediátrica de um hospital escola. Revista Brasileira de Enfermagem, (64)3, 501-510. doi.org/10.1590/S0034-71672011000300014.

Pavanelli, M. F., & Spitzner, F. L. (2011). Trombocitopenia Induzida por Heparina: Revisão da Literatura. Unopar Cient Ciênc Biol Saúde, (13) 1, 325-331. doi.org/10.17921/2447-8938.2011v0n0p%25p.

Provan, D., Stasi, R., Newland A.C., Blanchette, V. S., Maggs, P.B., Bussel, J.B., Chong, B. H., Cines, D. B., Gernsheimer, T.B., Godeau, B., Grainger, J., Greer, I., Hunt, B.J., Imbach, P.A., Lyons, G., McMillan, R., Rodeghiero, F., Sanz, M.A., Tarantino, M., Watson, S., Young, J., & Kuter, D.J. (2010). International consensus report on the investigation and management of primary immune thrombocytopenia. The American Society Of Hematology, Blood, (115)2, 168-186.

Rezende, S. M. (2010). Distúrbios da hemostasia: doenças hemorrágicas. Revista Médica de Minas Gerais, (20) 4, 534-553.

Rocha, A. Q. A. (2020). Púrpura Trombocitopênica Imune Secundária à Infecção por Coronavírus SARS-COV2: Relato de caso. Hematology, Transfusion and Cell Therapy. (42) 84. doi: https://doi.org/10.1016/j.htct.2020.10.142

Roitt, I. M., & Rabson, A. (2003). Imunologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara.

Santana, L. M., Neves, T., Fenili, A.C., Borba, L. G., Kirst, D., Fetter, F., Taniguchi, A.N., Sabarroz, V., & Michalow M.B. (2013). Trombocitopenia autoimune em crianças: revisão das recomendações do último consenso. Boletim Científico de Pediatria, (2)3, 77-82. Recuperado de http://www.sprs.com.br/sprs2013/bancoimg/140324183300bcped_13_03_03.pdf.

Shitsuka, C., Bispo, L. B., Oliveira, D.G., Gonzalez, R. A.B., Murisi, I.P. (2017). Cuidados bucais em pacientes com púrpura trombocitopênica idiopática Oral care in idiopathic thrombocytopenic purpura patients. Research, Society and Development, (5)4, 314-321.

Silva, C. L., & Grando, A.C. (2021). Complicações da púrpura trombocitopênica idiopática na gravidez: uma revisão da literatura. J Bras Patol Med Lab. 57, 1-9.

Souza, A. W. S., Junior, D.M., Araújo, J.A.P., Catelan, T.T.T., Cruvine, W.M., & Andrade, Silva, N.P. (2010). Sistema Imunitário – Parte III O delicado equilíbrio do sistema imunológico entre os pólos de tolerância e autoimunidade. Rev Bras Reumatol, (50) 6, 665-94. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/rbr/v50n6/v50n6a07.pdf.

Voltarelli, J. C., Moraes, D.A., Ribeiro, A.A.F., Oliveira, M.C., Rodrigues, M., Brum, D.G., Bareira, A.A., & Hamerschlak, N. (2010). Consenso brasileiro para transplante de células-tronco hematopoéticas para tratamento de doenças autoimunes. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, (32)1, 125-135. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/rbhh/v32s1/aop23010

Zago, M. A., Falcão, R. P., & Pasquini, R. (2013). Tratado de Hematologia. Editora: Atheneu.

Published

04/02/2022

How to Cite

QUEIROZ, M. das D. .; SOUZA, A. A. R. de .; ROCHA , A. C. A. A. .; SANTOS, M. das D. dos; ALMEIDA, D. R. de . Idiopathic thrombocytopenic purpura in children: a narrative review. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 2, p. e35711225734, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i2.25734. Disponível em: https://www.rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/25734. Acesso em: 30 may. 2024.

Issue

Section

Health Sciences