Let’s Talk? Autonomy of users in the Psychosocial Care Center (CAPS)

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v15i4.50933

Keywords:

Self-care, Autonomy, Mental health, Empowerment, Psychiatric reform.

Abstract

The aim of this article is to investigate and analyze CAPS users’ perceptions regarding the conditions of autonomy and how their protagonism takes place within the mental health service and in the community, as well as their participation in health care. We sought to analyze the perceptions of users about how their protagonism and autonomy take place in the spaces in which they are inserted. A qualitative social research study was conducted, having the focus group and the field diary as the main instruments of data production, analyzed through content analysis. It was evident that Mental Health users are exposed to different types of violence. Many live in regions of greater vulnerability and social risk, where they live in unhealthy places and collective rooms, such as tenements. The existing challenges to encourage user participation in the community, spaces and services in which they are inserted were discussed, awakening emancipatory processes.

References

Aguiar, K. F., & Rocha, M. L. (1997). Práticas Universitárias e a Formação Sócio-política. Anuário do Laboratório de Subjetividade e Política, 3(4). 87-102. https://www.acheronta.org/acheronta11/socio-politica-p.htm.

Amarante, P. (2007) Saúde Mental e Atenção Psicossocial. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz.

Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. São Paulo, SP: Edições 70.

Basaglia, F. (1985) A instituição negada: relato de um hospital psiquiátrico. Rio de Janeiro, RJ: Graal.

Capistrano Filho, D. (1991) Santos: mil dias de governo popular. São Paulo, SP: Editora Brasil Urgente.

Casetto, S. J., Henz, A. O., Rodrigues, A., Azevedo, A. B.; Martinez, F. P. M., Moreno, H. V., Silva, M.J., & Capozzolo, A. A. (2019). O cuidado não existe, modos diversos de cuidado na atenção básica em saúde. In R. Mendes, A. B. Azevedo & M.F. P. Frutuoso (Org.), Pesquisar com os pés: deslocamentos no cuidado e na saúde (pp. 121-143). São Paulo, SP: Hucitec.

Felippe, M. L. (2010). Casa: uma poética da terceira pele. Psicologia & Sociedade, 22(2), 299-308. https://doi.org/10.1590/S0102-71822010000200010

Furtado, J. P., Nakamura, E., Generoso, C.M., Guerra, A.M.C., Campos, F.B., & Tugny, A. (2010). Inserção Social e Habitação: um caminho para a avaliação da situação de moradia de portadores de transtorno mental grave no Brasil. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, 14(33), 389-400. https://doi.org/10.1590/S1414-32832010000200012

Gatti, B. A. (2005). Grupo Focal na Pesquisa em Ciências Sociais e Humanas. Brasília, DF: Liber Livro.

Kinoshita, R. T. (1996). Em busca da cidadania: Desinstitucionalização de um hospital psiquiátrico. In F. C. Braga Campos & C. M. P. Henriques, (Org.), Contra a maré à beira-mar: A experiência do SUS em Santos (pp.39-49). São Paulo, SP: Scritta.

Kinoshita, R. T. (2010, 28 de junho). Santos é pioneira na luta antimanicomial. Reportagem Agência Brasil.

https://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2010-06-28/interdicao-em-hospital-particular-leva-santos-condicao-de-pioneira-na-luta-antimanicomial

Machado, A. L. (2001). Espaços de representação da loucura: Religião e psiquiatria. Campinas, SP: Papirus.

Martins, M. E. R., Assis, F. B., & Bolsoni, C. C. (2022). Conceitos de construção de autonomia sob o paradigma psicossocial no campo do cuidado a usuários de substâncias psicoativas. Ciência & Saúde Coletiva, 27 (6): 2241-2253.https://doi.org/10.1590/1413-81232022276.20872021

Nicácio, M.F.S. (1994). O processo de transformação da Saúde Mental em Santos: Desconstrução de saberes, instituições e cultura. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo.

Nicácio, M.F.S. (2003). Utopia da realidade: Contribuições da desinstitucionalização para a invenção de serviços de saúde mental. Tese (Doutorado). Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas. Campinas.

Pêcheux, M. (2011). Análise do discurso. Editora Pontes.

Pereira, A. S. et al. (2018). Metodologia da pesquisa científica. [Free ebook]. Santa Maria. Editora da UFSM.

Risemberg, R. I. C. et al. (2026). A importância da metodologia científica no desenvolvimento de artigos científicos. E-Acadêmica, 7(1), e0171675. https://doi.org/10.52076/eacad-v7i1.675. https://eacademica.org/eacademica/article/view/675.

Saffioti, H. I. B. (1987). O poder do macho. São Paulo, SP: Editora Moderna.

Salles, M. M., & Barros, S. (2013). Representações sociais de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial e pessoas de sua rede sobre doença mental e inclusão social. Saúde e Sociedade, 22(4), 1059-1071.https://doi.org/10.1590/S0104-12902013000400009

Saraceno, B. (1999). Libertando Identidades: da reabilitação psicossocial à cidadania possível. Belo Horizonte, BH: Te Corá.

Torrão Filho, A. (2005). Uma questão de gênero: onde o masculino e o feminino se cruzam. Cadernos Pagu, (24), 127-152. https://doi.org/10.1590/S0104-83332005000100007

Silva, G. A., Cardoso, A. J. C., Bessoni, E., Peixoto, A. C., Rudá, C., Silva, D. V., & Branco, S. M. J. (2022). Modos de autonomia em Serviços Residenciais Terapêuticos e sua relação com estratégias de desinstitucionalização. Ciência & Saúde Coletiva, 27 (1): 101-110. https://doi.org/10.1590/1413-81232022271.19872021

Tugny, A. (2014). O Imaginário da habitação e do habitar. In J. P. Furtado & E. Nakamura (Org.) Inserção Social e Habitação de Pessoas com Sofrimento Mental Grave – Um Estudo Avaliativo (pp. 31-41). São Paulo, SP: Fap-Unifesp.

Vasconcelos, E. M. (2008). Abordagens psicossociais. São Paulo, SP: Hucitec.

Vieira, F. R., & Lussi, I. A. O. (2022). Participação e autonomia de pessoas que moram nos serviços residenciais terapêuticos: contribuições da terapia ocupacional. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 30, e3006. https://doi.org/10.1590/2526-8910.ctoAO22773006

Published

2026-04-19

Issue

Section

Health Sciences

How to Cite

Let’s Talk? Autonomy of users in the Psychosocial Care Center (CAPS). Research, Society and Development, [S. l.], v. 15, n. 4, p. e6515450933, 2026. DOI: 10.33448/rsd-v15i4.50933. Disponível em: https://www.rsdjournal.org/rsd/article/view/50933. Acesso em: 2 may. 2026.