Los desafíos enfrentados por los enfermeros en la promoción y mantenimiento de la lactancia materna exclusiva

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v14i12.50346

Palabras clave:

Lactancia materna, Enfermería, Promoción de la salud, Salud maternoinfantil.

Resumen

La lactancia materna exclusiva hasta los seis meses de edad es una práctica esencial recomendada por la Organización Mundial de la Salud y el Ministerio de Salud, ya que proporciona todos los nutrientes necesarios para el crecimiento y desarrollo infantil, además de fortalecer el vínculo materno-filial. A pesar de la evidencia científica que demuestra sus beneficios, las tasas de adherencia a la lactancia materna exclusiva siguen siendo inferiores a los objetivos establecidos por las agencias de salud, debido a factores socioculturales, emocionales e institucionales que dificultan su práctica. En este contexto, el personal de enfermería desempeña un papel fundamental en la promoción, el fomento y el mantenimiento de la lactancia materna, desde la atención prenatal hasta el período posparto. Objetivo: Analizar, en la literatura científica, los retos a los que se enfrenta el personal de enfermería en la promoción y el mantenimiento de la lactancia materna exclusiva, así como las estrategias utilizadas para superarlos. Metodología: Se trata de un estudio cualitativo, descriptivo y de revisión bibliográfica, basado en publicaciones científicas disponibles en la base de datos de la Biblioteca Virtual en Salud (BVS). Se incluyeron artículos publicados entre 2015 y 2025, en portugués, inglés o español. Resultados y discusión: Los resultados mostraron que, si bien la lactancia materna exclusiva es ampliamente reconocida, su adherencia se ve obstaculizada por factores fisiológicos, emocionales, socioculturales e institucionales. La enfermera desempeña un papel fundamental al brindar educación, apoyo emocional y orientación técnica a las madres lactantes. Consideraciones finales: El rol humanizado y educativo de la enfermería es indispensable para fortalecer la autoconfianza materna e incrementar las tasas de lactancia materna exclusiva, lo que hace esencial la inversión en capacitación, una estructura adecuada y políticas públicas de apoyo.

Referencias

Araújo, K. M. F., et al. (2019). Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil: avaliação das oficinas de tutores. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 19(3), 601–610.

Benato, J., Santos, A. C. F., Benetoli, A., Costa, M. A., & Possagno, G. C. H. (2024). Estudo qualitativo sobre o conhecimento e vivências de pessoas com diabetes mellitus atendidos em uma farmácia municipal. Revista de Ciências Médicas e Biológicas, 23(2), 419–426. https://periodicos.ufba.br/index.php/cmbio/article/view/57589.

Bick, D., et al. (2018). Improving breastfeeding practices on a broad scale at the community level: success stories from Africa and Latin America. Journal of Human Lactation, 34(2), 291–295.

Brasil. (1943). Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943). Atualizado até 2023. https://www.planalto.gov.br.

Brasil. (2015). Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil: guia para profissionais da atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde.

Brasil. (2016). Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016. Conselho Nacional de Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24 maio 2016, Seção 1, p. 44–46.

Brasil. (2020). Guia prático de aleitamento materno. Brasília: Ministério da Saúde.

Brasil. (2021a). Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Ministério da Saúde.

Brasil. (2021b). Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos. Brasília: Ministério da Saúde.

Brasil. (2021c). Saúde da Criança: aleitamento materno e alimentação complementar (2ª ed.). Brasília: Ministério da Saúde.

Braun, V., & Clarke, V. (2006). Using thematic analysis in psychology. Qualitative Research in Psychology, 3(2), 77–101.

Carvalho, A. R., et al. (2017). Dificuldades no aleitamento materno: desafios enfrentados pelas nutrizes. Revista Brasileira de Enfermagem, 70(2), 235–242.

Costa, K. A., et al. (2018). A importância do apoio familiar na manutenção do aleitamento materno exclusivo. Revista Brasileira de Enfermagem, 71(3), 1354–1360.

Costa, M. M., et al. (2023). Atuação das enfermeiras na promoção e apoio ao aleitamento materno no pré-natal: revisão integrativa. Revista Enfermagem Atual In Derme, 97(3), Art. 1774. https://doi.org/10.31011/reaid-2023-v.97-n.3-art.1774.

Dias, R. G. S., Silva, K. R. B., & Filho, S. L. V. N. (2024). O papel do enfermeiro na promoção do aleitamento materno exclusivo. Revista Saúde em Foco, 4(1), 12–25. https://pesquisa.bvsalud.org/.

Ferreira, L. L., et al. (2022). Saúde mental materna e aleitamento: uma revisão integrativa. Ciência & Saúde Coletiva, 27(9), 3487–3498.

Fonseca, M. A. F. (2022). A atuação do enfermeiro na orientação de primíparas sobre aleitamento materno exclusivo. Revista Cuidarte Enfermagem, 16(3), 255–263. https://pesquisa.bvsalud.org/.

Gil, A. B., et al. (2022). Estratégias de promoção do aleitamento materno utilizadas pelos enfermeiros. Revista Destaques Acadêmicos, 14(3), Art. 3175. https://doi.org/10.22410/issn.2176-3070.v14i3a2022.3175.

Lima, L. P., et al. (2019). Ações educativas do enfermeiro durante o pré-natal e sua influência no aleitamento materno exclusivo. Revista de Enfermagem e Saúde Coletiva, 4(2), 112–120.

Machado, P. Y., & Lara, A. N. O. (2019). Estratégias de incentivo ao aleitamento materno realizadas pelos enfermeiros da atenção primária. Interação - Revista de Ensino, Pesquisa e Extensão, 20(1), 232–251. https://doi.org/10.33836/interacao.v20i1.176.

Martins, R. R., et al. (2024). Papel do enfermeiro na promoção do aleitamento materno: uma revisão integrativa. Revista Brasileira de Enfermagem, 77(2), 1–9.

Monteiro, F. R., et al. (2018). O papel da enfermagem na promoção do aleitamento materno exclusivo. Cadernos de Saúde Pública, 34(8), e00067218.

Monteiro, J. C. S., et al. (2018). Atuação do enfermeiro no apoio à amamentação no pós-parto: revisão integrativa. Revista de Enfermagem da UFPE, 12(5), 1432–1440.

Moreira, M. E., & Nascimento, M. L. (2021). Aspectos emocionais e fisiológicos da amamentação: uma abordagem integrativa. Revista de Saúde Materno-Infantil, 21(2), 95–102.

Nora, A. C. A. de, & Diaz, K. C. M. (2024). O enfermeiro na promoção do aleitamento materno e os benefícios para saúde do bebê. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 10(11), 6725–6740. https://doi.org/10.51891/rease.v10i11.17090.

Oliveira, R. A., & Barbosa, M. T. (2019). O papel da sociedade na promoção do aleitamento materno. Revista Ciência e Saúde Coletiva, 24(8), 2931–2938.

Reis, A. C. S., et al. (2021). Rede de Bancos de Leite Humano: avanços e desafios no Brasil. Revista Panamericana de Salud Pública, 45, e12.

Ribeiro, A. K. F., Lima, R. S., & Nunes, P. A. (2022). Aleitamento materno exclusivo: conhecimentos de puérperas na Atenção Básica. Revista Baiana de Enfermagem, 36, e42555. https://pesquisa.bvsalud.org/.

Rodrigues, A. C., et al. (2020). O papel do enfermeiro na atenção pré-natal para promoção do aleitamento materno exclusivo. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 20(3), 733–740.

Rodrigues, B. C., et al. (2020). Consulta de enfermagem no pré-natal: espaço para promoção do aleitamento materno. Revista Mineira de Enfermagem, 24, e-1284.

Santos, L. A., et al. (2020). Depressão pós-parto e sua influência no aleitamento materno. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 20(3), 715–722.

Silva, C. M., et al. (2018). O papel do enfermeiro da ESF na promoção do aleitamento materno: práticas educativas e visitas domiciliares. Revista Gaúcha de Enfermagem, 39, e2017-0061.

Silva, L. M., et al. (2019). Benefícios do aleitamento materno exclusivo para a saúde infantil. Revista de Pediatria, 92(4), 412–419.

Silva, R. M., et al. (2018). A atuação do enfermeiro na Estratégia Saúde da Família: desafios e potencialidades na promoção à saúde. Saúde em Debate, 42(119), 906–918.

Souza, J. P., et al. (2020). Intervenções para melhoria da adesão ao aleitamento materno exclusivo. Journal of Maternal and Child Health, 5(1), 15–22.

Souza, T. H. S., et al. (2021). A educação em saúde como ferramenta para promoção do aleitamento materno exclusivo. Research, Society and Development, 10(6), e1518715187. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.15187.

Takemoto, A. Y., Oliveira, M. C., & Barros, L. J. (2023). Prática do aleitamento materno exclusivo: conhecimento e ações em APS. Revista de Enfermagem e Atenção à Saúde (REAS), 12(2), e1302. https://pesquisa.bvsalud.org/.

World Health Organization. (2020a). Infant and young child feeding: counselling. Geneva: WHO.

World Health Organization. (2020b). The importance of exclusive breastfeeding. Geneva: WHO.

Zanlorenzi, G. B. (2022). Fragilidades e potencialidades do cuidado de enfermagem ao aleitamento materno exclusivo na Atenção Primária à Saúde. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, 12(3), e4879. https://pesquisa.bvsalud.org/.

Publicado

2025-12-13

Número

Sección

Ciencias de la salud

Cómo citar

Los desafíos enfrentados por los enfermeros en la promoción y mantenimiento de la lactancia materna exclusiva. Research, Society and Development, [S. l.], v. 14, n. 12, p. e100141250346, 2025. DOI: 10.33448/rsd-v14i12.50346. Disponível em: https://www.rsdjournal.org/rsd/article/view/50346. Acesso em: 2 jan. 2026.