O Clube de Programação como espaço de desenvolvimento tecnológico e protagonismo estudantil no Sertão Pernambucano: Um relato de experiência

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v15i2.50611

Palavras-chave:

Tecnologia, Ensino de Programação, Pensamento Computacional, Ambientes Inclusivos, Aprendizagem Colaborativa.

Resumo

Este artigo tem como objetivo relatar a experiência do Clube de Programação, um projeto focado em ajudar e incentivar o combate à falta de inserção da tecnologia nas escolas, promovendo ambientes inclusivos e colaborativos, orientando o aprendizado e a prática da programação, proporcionando a troca de conhecimentos e habilidades entre os participantes. A pesquisa adota uma abordagem narrativa, fundamentada na experiência vivenciada durante a execução do projeto. A metodologia combina teoria e prática, por meio de parcerias com escolas e encontros semanais que incluíram palestras, workshops, resolução de problemas em grupo e desenvolvimento de projetos práticos. Ao longo de seis meses, participaram 320 estudantes, sendo 120 do IFSertãoPE Campus Floresta e 200 da Escola Técnica Estadual Deputado Afonso Ferraz ETEDAF, com idades entre 15 e 18 anos. O Clube também estimulou a participação em eventos e ações formativas, fortalecendo a interação com a comunidade de programação. Como resultados, destacam-se as parcerias firmadas, nas quais foram ministradas aulas de lógica de programação utilizando o VisuAlg 3.0 e o Scratch, além da realização de minicursos e maratonas no IFSertãoPE. As avaliações indicam resultados positivos, como o fortalecimento do protagonismo estudantil e o desenvolvimento do pensamento computacional entre os participantes.

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Publicado

2026-02-04

Edição

Seção

Ciências Exatas e da Terra

Como Citar

O Clube de Programação como espaço de desenvolvimento tecnológico e protagonismo estudantil no Sertão Pernambucano: Um relato de experiência. Research, Society and Development, [S. l.], v. 15, n. 2, p. e1215250611, 2026. DOI: 10.33448/rsd-v15i2.50611. Disponível em: https://www.rsdjournal.org/rsd/article/view/50611. Acesso em: 1 mar. 2026.