Entrenamiento de fuerza y calidad de vida en la vejez: Una revisión de la literatura

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v15i4.50930

Palabras clave:

Envejecimiento activo, Entrenamiento con pesas, Calidad de vida, Adultos mayores, Fuerza muscular, Salud mental.

Resumen

El envejecimiento poblacional es un fenómeno global que plantea importantes desafíos para la salud y la calidad de vida de los adultos mayores. En este contexto, el entrenamiento de fuerza se destaca como una estrategia eficaz para promover el envejecimiento activo, mitigando los efectos adversos relacionados con la reducción de la fuerza muscular, la movilidad funcional y las afecciones de salud asociadas al proceso de envejecimiento, como la sarcopenia y el riesgo de caídas. Este estudio tuvo como objetivo investigar el impacto del entrenamiento de fuerza en la calidad de vida de los adultos mayores, centrándose en los beneficios asociados con la fuerza muscular, la movilidad funcional, la salud mental y el bienestar emocional. La investigación se realizó mediante una revisión bibliográfica integradora, que incluyó artículos publicados entre 2024 y 2026 en bases de datos académicas de renombre como PubMed, SciELO y Google Scholar. En total, se seleccionaron 11 estudios para su análisis, que abordaron los efectos del entrenamiento de fuerza en las variables físicas y psicológicas de los adultos mayores. Los resultados indicaron que el entrenamiento con pesas ofrece mejoras significativas en la fuerza muscular, el equilibrio, la movilidad funcional y la densidad ósea, además de contribuir a la reducción de riesgos como las caídas y la sarcopenia. Otros beneficios relevantes incluyen avances en salud mental, con una disminución de trastornos psicológicos, mayor capacidad cognitiva y mayor bienestar emocional. El entrenamiento con pesas también ha demostrado ser eficaz para aliviar el dolor crónico y promover la autonomía funcional en adultos mayores. Además, se destaca la necesidad de ampliar el acceso a programas de entrenamiento con pesas mediante políticas públicas que integren estas prácticas en las estrategias de promoción de la salud para las personas mayores.

Referencias

Araújo, J., & Silva, F. M. (2024). Treinamento resistido frente à sarcopenia: Uma forma de proporcionar uma melhor qualidade de vida ao idoso. Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro, 12.

Chiconato, A. G., et al. (2024). Associação entre raça/cor e prática de atividade física no tempo livre em brasileiros. Ciência & Saúde Coletiva, 30(Suppl 2), e1190. https://doi.org/10.1590/1413-812320242911.11902024

Delchiaro, C. M., et al. (2025). Relações sociais no envelhecimento: Potências e desafios na voz de pessoas idosas de um grupo de atividade física. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 28, e250122. https://doi.org/10.1590/1981-22562025028.250122.pt

Duarte, R. P., Ramalho, I. F. A., & Souza, W. S. (2025). Treinamento funcional para melhoria da qualidade de vida em idosos. Revista Multidisciplinar Integrada, 6(1), 1–13. https://doi.org/10.61164/32jat331

Fontes, G. N., et al. (2024). Exercício físico regular como ferramenta de prevenção de psicopatologias em idosos. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(9), 1562–1574. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n9p1562-1574

Freire, E. O., et al. (2025). A influência do treinamento resistido na força muscular dos membros inferiores em idosos de 60 a 70 anos: Revisão integrativa da literatura. Revista Foco, 18(7), e9108. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n7-013

Furtado, C., et al. (2025). Fatores associados ao nível de atividade física de pessoas idosas robustas residentes na comunidade: Estudo transversal. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 28, e240238. https://doi.org/10.1590/1981-22562025028.240238.pt

Gomes, R. C., et al. (2024). Efeitos do treinamento de força muscular, aeróbico e de resistência muscular sobre a autonomia funcional e qualidade de vida de idosos. Motricidade, 19(3), 261–270. https://doi.org/10.6063/motricidade.31487

Kemerich, J. A. P., Giongo, C. L. M., & Pivetta, H. M. F. (2024). Efeitos do exercício físico no idoso com diagnóstico de câncer: Revisão integrativa da literatura. Revista Brasileira de Cancerologia, 70(1), e-134514. https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2024v70n1.4514

Lima, T. T., et al. (2025). Efeitos do exercício na força muscular, fadiga e capacidade aeróbica em pacientes com doença óssea do mieloma múltiplo: Revisão sistemática da literatura. Revista Brasileira de Cancerologia, 71(4), e-255279. https://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2025v71n4.5279

Margutti, K. M., et al. (2025). Prevalência de sarcopenia em pessoas idosas socialmente ativas e sua associação com sexo e risco nutricional: Uma análise de redes bayesianas. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 28, e240233. https://doi.org/10.1590/1981-22562025028.240233.pt

Pinheiro, H. A., et al. (2024). Epidemiologia e serviços de saúde. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 34, e20240500. https://doi.org/10.1590/S2237-96222025v34e20240500

Rocha, K. C. B., et al. (2025). Suplementação nutricional, exercício físico e terapias hormonais em idosos com sarcopenia: Uma revisão sistemática. Revista Foco, 18(3), e8123. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n3-141

Santana, W. J., et al. (2024). Recovery between sets in strength training: Systematic review and meta-analysis. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 30, e2021_0037. https://doi.org/10.1590/1517-8692202430012021_0037

Santos, B. N. F., et al. (2025). A importância da atividade física na terceira idade. ERR01, 10(6), e10216. https://doi.org/10.56238/ERR01v10n6-053

Santos, E. M. M., et al. (2025). Conhecimento e participação em programas públicos de atividade física em adultos da região Nordeste do Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 30(5), e09822025. https://doi.org/10.1590/1413-81232025305.09822025

Serejo, A. H. H., Alexandrino, J. P. M., & Casemiro, F. G. (2025). Treinamento de força progressivo e força muscular em pessoas idosas com câncer de próstata sob terapia de privação androgênica: Revisão sistemática. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 28, e250115. https://doi.org/10.1590/1981-22562025028.250115.pt

Silva, D. J., et al. (2025). Fatores associados à baixa massa muscular em pessoas idosas: Um estudo transversal. Cadernos Saúde Coletiva, 33(2), e33010198. https://doi.org/10.1590/1414-462X202433010198

Sousa, E. A. L. (2025). Musculação para a promoção da qualidade de vida na terceira idade: Revisão narrativa (Trabalho de conclusão de curso). Universidade Estadual do Piauí.

Souza, W. R., Pereira, S. A., & Manfré, A. H. (2025). Benefícios da atividade física diante da longevidade: Uma revisão de escopo. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 8(19), e082332. https://doi.org/10.55892/jrg.v8i19.2332

Publicado

2026-04-18

Número

Sección

Revisiones

Cómo citar

Entrenamiento de fuerza y calidad de vida en la vejez: Una revisión de la literatura. Research, Society and Development, [S. l.], v. 15, n. 4, p. e5915450930, 2026. DOI: 10.33448/rsd-v15i4.50930. Disponível em: https://www.rsdjournal.org/rsd/article/view/50930. Acesso em: 2 may. 2026.