Innovación en la Madurez Institucional de las Universidades Públicas: Límites e integración de las capacidades organizacionales

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.33448/rsd-v15i4.50998

Palabras clave:

Innovación, Madurez Institucional, Universidades Públicas, Capacidades Organizacionales, Gobernanza.

Resumen

La innovación, en el contexto de las universidades públicas brasileñas, se manifiesta menos como resultado de la adopción de tecnologías o de la multiplicación de iniciativas y más como expresión de la capacidad institucional para articular prácticas, procesos y estructuras en el funcionamiento organizacional. Este artículo tiene como objetivo analizar el papel de la innovación en la madurez institucional, con énfasis en los límites y en las condiciones organizacionales que condicionan su consolidación como práctica institucional. Se adopta un enfoque cualitativo de naturaleza analítico-conceptual, basado en la articulación entre la literatura especializada y el análisis de los dispositivos normativos que inciden en el funcionamiento de las universidades públicas. Se adopta un enfoque cualitativo de carácter analítico-conceptual, basado en la articulación entre literatura especializada y el análisis de marcos normativos que inciden sobre la actuación de las universidades públicas. Los resultados indican que la presencia de iniciativas innovadoras no implica su incorporación al funcionamiento institucional, siendo recurrentes situaciones de fragmentación organizacional, baja coordinación entre unidades y dificultades en la integración de flujos de información. El análisis del marco normativo muestra que la innovación se desarrolla en un entorno regulado, caracterizado por exigencias de control, transparencia y estandarización, que condicionan su operacionalización. En este contexto, la madurez institucional no se expresa por la cantidad de iniciativas, sino por la capacidad de integrarlas y sostenerlas en el tiempo. Se concluye que la innovación depende de la articulación entre capacidades organizacionales y exigencias normativas, estando condicionada por las formas de coordinación e integración que estructuran la acción institucional.

Referencias

Abrucio, F. L. (2007). Trajetória recente da gestão pública brasileira: Um balanço crítico e a renovação da agenda de reformas. Revista de Administração Pública, 41(spe), 67–86. https://www.scielo.br/j/rap/a/6qVf8p3XnWc5Vv6Fz6g7p7K/

Amaral, N. C. (2020). Avaliação da educação superior no Brasil: Tendências e desafios. Educação & Sociedade, 41. https://doi.org/10.1590/ES.225692

Argyris, C., & Schön, D. A. (1978). Organizational learning: A theory of action perspective. Addison-Wesley.

Balbachevsky, E. (2014). Universidade, inovação e desenvolvimento. In S. Schwartzman (Ed.), Universidade e desenvolvimento no Brasil (pp. 45–68). Editora da UFMG.

Bason, C. (2010). Leading public sector innovation: Co-creating for a better society. Policy Press. https://doi.org/10.1332/policypress/9781847426338.001.0001

Brasil. (2000). Lei complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 (Lei de responsabilidade fiscal). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp101.htm

Brasil. (2004a). Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004 (Sistema nacional de avaliação da educação superior – SINAES). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.861.htm

Brasil. (2004b). Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004 (Lei de inovação). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.973.htm

Brasil. (2007). Decreto nº 6.096, de 24 de abril de 2007 (Programa REUNI). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6096.htm

Brasil. (2011). Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011 (Lei de acesso à informação).

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm

Brasil. (2016). Lei nº 13.243, de 11 de janeiro de 2016 (Marco legal de ciência, tecnologia e inovação).

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13243.htm

Brasil. (2017a). Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017 (Defesa dos usuários de serviços públicos).

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13460.htm

Brasil. (2017b). Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017 (Regulação do ensino superior).

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/d9235.htm

Brasil. (2018). Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (Lei geral de proteção de dados).

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm

Brasil. (2021). Lei nº 14.129, de 29 de março de 2021 (Lei de governo digital). http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14129.htm

Brasil. (2022). Estratégia de governo digital 2022–2026. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. https://www.gov.br/governodigital

BRASIL. Ministério da Economia. Estratégia de Governo Digital 2020–2022. Brasília: Governo Federal, 2020.

https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategia-de-governo-digital

BRASIL. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Estratégia de Governo Digital 2022–2026. Brasília: Governo Federal, 2022 https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategia-de-governo-digital-2022-2026

BRASIL. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Plataforma gov.br e integração de serviços digitais. https://www.gov.br/governodigital

Bucci, M. P. D. (2013). Fundamentos para uma teoria jurídica das políticas públicas. Editora Saraiva.

Cavalcante, P. (2019). Inovação no setor público: Teoria, tendências e casos no Brasil. IPEA.

Cavalcante, P., & Cunha, B. Q. (2017). É preciso inovar no governo, mas por quê? Revista do Serviço Público, 68(4), 683–706. https://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/127

Cavalcante, P., Camões, M., Cunha, B., & Severo, W. (2020). Inovação no setor público brasileiro: Avanços e desafios recentes. Revista de Administração Pública, 54(4), 679–705. https://doi.org/10.1590/0034-761220190153

Cavalcante Teece, D. J., Pisano, G., & Shuen, A. (1997). Dynamic capabilities and strategic management. Strategic Management Journal, 18(7), 509–533. https://doi.org/10.1002/(SICI)1097-0266(199708)18:7<509::AID-SMJ882>3.0.CO;2-Z

Dagnino, R. (2007). Ciência e tecnologia no Brasil: O processo decisório e a comunidade de pesquisa. Editora da Unicamp.

Gaetani, F. (2011). Inovação no setor público: Condições, desafios e perspectivas. ENAP. https://repositorio.enap.gov.br/handle/1/2000

Mazzucato, M. (2021). Mission economy: A moonshot guide to changing capitalism. Penguin.

Muller, J. Z. (2018). The tyranny of metrics. Princeton University Press. https://doi.org/10.1515/9780691182612

North, D. C. (1990). Institutions, institutional change and economic performance. Cambridge University Press. https://doi.org/10.1017/CBO9780511808678

OECD. (2020). The OECD innovation system of the public service. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264279861-en

Pereira, A. S. et al. (2018). Metodologia da pesquisa científica. [Free ebook]. Santa Maria. Editora da UFSM.

Pollitt, C., & Bouckaert, G. (2017). Public management reform: A comparative analysis (4th ed.). Oxford University Press.

Risemberg, R. I. C. et al. (2026). A importância da metodologia científica no desenvolvimento de artigoscientíficos. E-Acadêmica, 7(1), e0171675. https://eacademica.org/eacademica/article/view/675.

Schwartzman, S. (2020). Universidade e desenvolvimento no Brasil. Estudos Avançados, 34(100), 49–64. https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2020.34100.002

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). (2024). Plano de desenvolvimento institucional 2024–2029. https://www.ufmg.br

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). (2023). Relatório de gestão. https://www.ufmg.br

Universidade Federal do Maranhão (UFMA). (2023). Relatório de gestão. https://www.ufma.br

Universidade Federal do Maranhão (UFMA). (2024). Programa de modernização institucional. https://www.ufma.br

Vergara, S. C. (2016). Projetos e relatórios de pesquisa em administração (16ª ed.). Editora Atlas.

Publicado

2026-04-29

Número

Sección

Ciencias Humanas y Sociales

Cómo citar

Innovación en la Madurez Institucional de las Universidades Públicas: Límites e integración de las capacidades organizacionales. Research, Society and Development, [S. l.], v. 15, n. 4, p. e10415450998, 2026. DOI: 10.33448/rsd-v15i4.50998. Disponível em: https://www.rsdjournal.org/rsd/article/view/50998. Acesso em: 2 may. 2026.